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terça-feira, 24 de setembro de 2013
Trabalho feira de ciências Rhayner 1º A recebido em 14/09/2013
SEGREDO DA CAIXA
Objetivo
O experimento visa mostrar que há relação entre a força de atrito que age em um objeto e o peso desse objeto.
Contexto
Pelo princípio da inércia, um objeto em movimento tende a permanecer em movimento a menos que uma força o pare. Imagine um carro se movendo em linha reta com velocidade constante ao longo de uma pista plana. Em determinado instante o motorista deixa de pisar no acelerador do carro e, através do câmbio, "corta" a conexão do motor com as rodas ("ponto morto"). O carro segue livre da força do motor que o impulsionava. Então, pelo princípio da inércia, ele nunca pararia. Mas pára; sem que bata, seja freado ou alguém o empurre. A força que o faz parar vem do atrito do carro com o ar e com o chão. Visto pelo microscópio, as superfícies do pneu e do asfalto são rugosas como a figura abaixo mostra.
Figura 1
Entre as superfícies, pequenas "soldas" acontecem nos pontos de contato. Cada "solda" faz surgir uma pequena força contrária ao movimento do objeto (ou quando ele tenta sair do repouso). Aquelas forças microscópicas somadas criam uma força relevante. Esse tipo de força é comum pois as coisas estão sempre em contato umas com as outras. Chamamos essas forças que se opõem ao movimento de forças de atrito, pois sempre fazem com que o objeto tenda a parar. É possível sentir esta força enquanto tentamos pôr um objeto em movimento. Como surge do contato entre as superfícies, essa força vai depender apenas da natureza delas e do peso do objeto (já que quanto maior a força que junta os dois objetos, mais "soldas" acontecerão). É por isso que é mais fácil empurrar um guarda roupa ou uma cômoda sobre um piso encerado do que num cimentado: o piso encerado produz "soldas" mais fracas que o cimentado.
Idéia do experimento
Com uma caixa de sapatos, fita adesiva, régua e elástico é fácil fazer um "medidor de força de atrito". A idéia do experimento é descobrir se a força de atrito entre a caixa e a mesa aumenta quando aumenta o peso que a caixa aplica sobre a mesa. Para construir o "medidor" usa-se a caixa de sapatos presa a um elástico, sobre uma superfície plana horizontal (uma mesa serve). Na iminência do movimento (a caixa está quase se movendo) a força que é aplicada é igual a força de atrito (porque a caixa ainda está parada). Nestas condições pode-se medir a intensidade da força de atrito pela dilatação do elástico. Então, se dentro da caixa estiverem dois livros iguais, o elástico alongará o dobro do que alongaria se ali estivesse apenas um, caso a força de atrito seja proporcional ao peso dentro da caixa. E é exatamente o que acontece: a dilatação do elástico dobra quando dobra o peso da caixa.
Tabela do material
Item Observações
Uma caixa de sapatos
Um elástico 7cm (sete centímetros) são suficientes. Os elásticos acahatados são melhores que os roliços para esse experimento. Eles podem ser encontrados em lojas de armarinho.
Uma régua
Fita adesiva
Dois livros Os livros devem ser aproximadamente iguais.
Montagem
· Ponha a caixa de sapatos sobre uma mesa limpa.
· Prenda o elástico à caixa com ajuda da fita adesiva.
· Ponha um livro dentro da caixa e puxe o elástico até que ele fique esticado (mas não distendido). Faça uma marquinha no elástico com a caneta. Ela será seu indicador.
· Faça uma reta na mesa ao longo da direção do elástico e marque, na mesa, o local apontado pelo indicador.
· Deslize a régua sobre a reta (para que ela não atrapalhe o movimento da caixa) até que ela marque zero centímetros na marca que você fez.
· Puxe o elástico até o ponto em que a caixa está quase se movendo. Neste momento meça a dilatação do elástico.
· Ponha o outro livro dentro da caixa e repita a experiência.
· Compare os valores.
Comentários
· A superfície da mesa deve ser uniforme.
· Os livros podem ser substituídos por outros objetos.
· Baseado nas equações da força de atrito e da lei de Hooke para molas, este experimento se torna uma balança rústica.
Trabalho para feira de ciências Aluna Daniele 1º A Recebido em 21/09/2013
Tema: primeira lei de Newton
Um corpo em repouso
Material: papel, garrafa com água e uma mesa.
Objetivo: comprovar o que a primeira lei de Newton diz(um corpo em repouso continua em repouso e um corpo em movimento continua em movimento.
Problematização: puxar um papel com uma garrafa de água sobre ele de modo que o papel seja puxado e a garrafa fique no mesmo lugar.
Fundamentação teórica: o principio da inércia, ou primeira lei de Newton, diz que “um objeto tende sempre a manter o seu estado inicial de movimento, este podendo ser também o de repouso, se não houver a ação de forças externas’’.
Este experimento serve para mostrar que um objeto em repouso tende a ficar em repouso.
Conclusão: a garrafa fica no lugar porque na superfície quase não tem atrito quando você puxa o papel rápido demais a garrafa com água tende a ficar por causa da primeira lei de Newton.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Trabalho 2º Ano A preparando para a feira de ciências
Escola
Estadual Marlene Martins Reis
Óptica
Óptica
Camila, Lincoln e Vanessa.
Óptica :
Óptica é o ramo da física que estuda
os fenômenos relacionados à luz. Devido ao fato do sentido da visão ser o que
mais contribui para a aquisição do conhecimento, a óptica é uma ciência
bastante antiga, surgindo a partir do momento em que as pessoas começaram a
fazer questionamentos sobre o funcionamento da visão e sua relação com os
fenômenos ópticos.
Os princípios fundamentais da óptica
são:
1º - Princípio da Propagação
Retilínea: a luz sempre se propaga em linha reta;
2º - Princípio da Independência de
raios de luz: os raios de luz são independentes, podendo até mesmo se cruzarem,
não ocasionando nenhuma mudança em relação à direção dos mesmos;
3º - Princípio da Reversibilidade da
Luz: a luz é reversível. Por exemplo, se vemos alguém através de um espelho,
certamente essa pessoa também nos verá. Assim, os raios de luz sempre são
capazes de fazer o caminho na direção inversa.
A luz pode ser propagada em três
diferentes tipos de meios.
Os meios transparentes permitem a
passagem ordenada dos raios de luz, dando a possibilidade de ver os corpos com
nitidez. Exemplos: vidro polido, ar atmosférico, etc.
Nos meios translúcidos a luz também
se propaga, porém de maneira desordenada, fazendo com que os corpos sejam
vistos sem nitidez. Exemplos: vidro fosco, plásticos, etc.
Os meios opacos são aqueles que
impedem completamente a passagem de luz, não permitindo a visão de corpos
através dos mesmos. Exemplos: portas de madeira, paredes de cimento, pessoas,
etc.
Quando os raios de luz incidem em uma
superfície, eles podem ser refletidos regular ou difusamente, refratados ou
absorvidos pelo meio em que incidem. A reflexão regular ocorre quando um raio
de luz incide sobre uma superfície e é refletido de forma cilíndrica,
diferentemente da reflexão difusa, onde os feixes de luz são refletidos em
todas as direções.
A
refração da luz ocorre quando os feixes de luz mudam de velocidade e de direção
quando passam de um meio para outro. A absorção é o fenômeno onde as
superfícies absorvem parte ou toda a quantidade de luz que é incidida
Experiência:
Objetivo:O objetivo deste experimento é observar a reflexão e comprovar a lei que
rege este fenômeno.
Contexto:Reflexão é o fenômeno pelo qual a luz ao encontrar um obstáculo é
rebatida. Para melhor compreender este fenômeno é preciso antes definir as duas
etapas da reflexão. Na primeira etapa (incidência) o raio de luz chega até o
espelho. Ao ângulo que este raio forma com o espelho dá o nome de ângulo de
incidência. Já na segunda etapa, o raio de luz sai do espelho (reflexão). Ao
ângulo que este raio forma com o espelho dá o nome de ângulo de reflexão. Para
a reflexão existe uma lei: o ângulo de incidência é igual ao ângulo de
reflexão.
Ideia do Experimento:Um espelho é colocado na posição vertical em contato com a superfície de
uma mesa. Em sua frente, coloca-se um pente com os dentes encostados na mesma
superfície. Posiciona-se uma lanterna de modo que a sombra produzida pelos
dentes do pente atinja o espelho fazendo sombra na superfície, tanto quando
incide no espelho, como quando refletem. Para conferir a lei da reflexão
coloque um papel na superfície da mesa, em baixo do espelho e do pente. Risque
o papel com um lápis na base do espelho. Risque a trajetória de um dos raios
que saem do pente e são refletidos pelo espelho. Observe que no papel aparecerá
a trajetória de um dos feixes de luz. É possível medir com um transferidor os
ângulos de incidência e reflexão e constatar que eles são iguais.
Materiais:
•Pente.
•Espelho.
•Lanterna.
Conclusões:
Concluo que após este trabalho entendi que a óptica é a parte
da física que estuda os fenômenos relacionados a luz , entendo que ao executar
a experiência ficou mais fácil de se
entender como ocorre a reflexão da luz .
#
Camila
Pudi concluir ao terminar o trabalho um pouco mais sobre a
óptica e suas características depois da sua aplicação na experiência ficou mais
fácil de ser entendida.
#Vanessa
Conclui que a óptica estuda os fenômenos relacionados a luz,
após esse experimento podemos entender os princípios da óptica como: a luz que
se propaga sempre em linha reta entre outras coisas.
#Lincoln
Trabalho 2º A preparando para a feira de ciências em outubro
Nome:Higor,Daniele
e Netinho
Termologia
Temperatura
Quando um corpo se aquece as partículas que o compõem vibram cada vez com mais intensidade: esse fenômeno denomina-se temperatura. Quanto maior a agitação, maior a temperatura.
Escalas Termométricas
Existem várias escalas para se medir a temperatura de um corpo. Entre as mais usadas estão a Fahrenheit (ºF) e a Celsius (ºC). A escala Celsius se baseia em duas temperaturas:
- a temperatura de solidificação (ou fusão) da água, que é a temperatura de passagem do estado líquido para o sólido (ou vice-versa).
- a temperatura de vaporização (ou condensação) da água, que é a temperatura de passagem do estado líquido para o gasoso (ou vice-versa).
Para a temperatura de solidificação é adotado o valor de 0º C; para a temperatura de condensação, 100º C.
A origem da escala Fahrenheit é menos simples. O importante para o nosso estudo é que as citadas temperaturas na escala Celsius equivalem respectivamente a 32º F e 212º F. A equação de transformação de uma escala na outra será:
Quando um corpo se aquece as partículas que o compõem vibram cada vez com mais intensidade: esse fenômeno denomina-se temperatura. Quanto maior a agitação, maior a temperatura.
Escalas Termométricas
Existem várias escalas para se medir a temperatura de um corpo. Entre as mais usadas estão a Fahrenheit (ºF) e a Celsius (ºC). A escala Celsius se baseia em duas temperaturas:
- a temperatura de solidificação (ou fusão) da água, que é a temperatura de passagem do estado líquido para o sólido (ou vice-versa).
- a temperatura de vaporização (ou condensação) da água, que é a temperatura de passagem do estado líquido para o gasoso (ou vice-versa).
Para a temperatura de solidificação é adotado o valor de 0º C; para a temperatura de condensação, 100º C.
A origem da escala Fahrenheit é menos simples. O importante para o nosso estudo é que as citadas temperaturas na escala Celsius equivalem respectivamente a 32º F e 212º F. A equação de transformação de uma escala na outra será:
A escala Kelvin
Se a medida de temperatura é a medida da agitação das partículas de um corpo, ao resfriá-lo essa agitação vai diminuindo. Em um caso limite, quando as partículas pararem, teremos a menor temperatura possível, o zero absoluto (-273º C). O físico Lorde Kelvin foi o primeiro a calcular teoricamente essa temperatura e criou uma nova escala. Nessa escala, de divisões centesimais, não existem temperaturas negativas e adota-se o zero como início da escala. Sua relação com a escala Celsius é dada por:
Se a medida de temperatura é a medida da agitação das partículas de um corpo, ao resfriá-lo essa agitação vai diminuindo. Em um caso limite, quando as partículas pararem, teremos a menor temperatura possível, o zero absoluto (-273º C). O físico Lorde Kelvin foi o primeiro a calcular teoricamente essa temperatura e criou uma nova escala. Nessa escala, de divisões centesimais, não existem temperaturas negativas e adota-se o zero como início da escala. Sua relação com a escala Celsius é dada por:
A escala Kelvin é a escala adotada
oficialmente no SI (Sistema Internacional de Unidades).
Mudanças de fase
Existem 3 fases pela qual a matéria pode se apresentar: sólida, líquida e gasosa. Na figura constam as denominações das diversas passagens entre as fases:
Mudanças de fase
Existem 3 fases pela qual a matéria pode se apresentar: sólida, líquida e gasosa. Na figura constam as denominações das diversas passagens entre as fases:
Calor
Enquanto a temperatura é a medida da agitação das partículas de um corpo, o calor é a energia térmica que é transferida de um corpo de maior temperatura para um de menor temperatura.
Calorimetria
A medida da transferência de calor é a caloria (cal): 1 cal é a energia necessária para elevar em 1º C, 1 grama de água. O calor específico da água, que serve como parâmetro para o cálculo de outros materiais, é definido dessa relação:
Enquanto a temperatura é a medida da agitação das partículas de um corpo, o calor é a energia térmica que é transferida de um corpo de maior temperatura para um de menor temperatura.
Calorimetria
A medida da transferência de calor é a caloria (cal): 1 cal é a energia necessária para elevar em 1º C, 1 grama de água. O calor específico da água, que serve como parâmetro para o cálculo de outros materiais, é definido dessa relação:
O calor sensível é aquele calor
cedido ou recebido por um corpo desde que não aconteça mudança de fase.
Quando vários corpos com diferentes temperaturas são colocados em contato, há uma tendência daspartículas transferirem e equalizarem as suas agitações. Com o passar do tempo todos os corpos irão adquirir uma única temperatura, chamada temperatura de equilíbrio térmico.
A equação que ilustra essa transferência é:
Quando vários corpos com diferentes temperaturas são colocados em contato, há uma tendência daspartículas transferirem e equalizarem as suas agitações. Com o passar do tempo todos os corpos irão adquirir uma única temperatura, chamada temperatura de equilíbrio térmico.
A equação que ilustra essa transferência é:
Calor Latente
No caso de haver uma mudança de fase, não existe mudança de temperatura, e o calor transferido é usado somente para a mudança de fase.
Equacionando:
No caso de haver uma mudança de fase, não existe mudança de temperatura, e o calor transferido é usado somente para a mudança de fase.
Equacionando:
Equilíbrio Térmico
A somatória dos calores cedidos e recebidos por todos os corpo de um sistema é nula
A somatória dos calores cedidos e recebidos por todos os corpo de um sistema é nula
Experiência
Termologia
experiencia com balão
Fizemos
a experiência com um balão cheio de água e outro com ar.
O balão que contem ar ao ser colocado sobre a vela ele
estoura ,e o balão que contém água não estoura Porque?
Isso ocorre porque a troca de calor entre a chama e a
superfície do balão se torna relativamente pequena devido a presença de água.
Além disso, o ar dentro do balão não irá receber muito calor devido á água que
absorve parte da energia antes de distribuir para o resto do balão ,logo o ar
não ira se expandir muito e não irá estourar o balão .
Trabalho 2º Ano A Preparando para feira de ciências em outubro
Escola Estadual Marlene Martins Reis
Tema:
Ondulatória
Grupo:
Luana Santos, Vanderjunior, Yuri Alexander.
Recebido em: 31/08/2013
Podemos classificar como uma onda,
qualquer perturbação ou vibração em um meio específico. As ondas produzem
diversos movimentos, já que elas são formas de transmissão de energia (mecânica
ou eletromagnética), como por exemplo, o movimento que ocorre quando lançamos
uma pedra dentro de um rio.
Chamamos de ondulatória a parte da física que é responsável por estudar as características e propriedades em comum dos movimentos das ondas.
A onda não é capaz de se originar sozinha, visto que ela apenas faz a transferência de energia cinética de uma fonte. Portanto, fonte é o objeto ou meio capaz de criar uma onda.
Chamamos de ondulatória a parte da física que é responsável por estudar as características e propriedades em comum dos movimentos das ondas.
A onda não é capaz de se originar sozinha, visto que ela apenas faz a transferência de energia cinética de uma fonte. Portanto, fonte é o objeto ou meio capaz de criar uma onda.
As ondas podem
ser classificadas segundo a natureza, o tipo de vibração e quanto à direção da
propagação.
- Quanto à natureza:
Ondas Mecânicas: Necessita de um meio natural para se propagar. Ex: ondas sonoras.
Ondas Eletromagnéticas: Não precisa de um meio natural para se propagar. Ex: raio-x, ondas de rádio, luz, etc.
- Quanto à direção da vibração:
Ondas Transversais: Vibram perpendicularmente à propagação.
Ondas Longitudinais: Vibram de acordo com a propagação.
- Quanto à direção da propagação:
Unidimensionais: Se propagam em apenas uma direção. Ex: onda de uma corda.
Bidirecionais: Se propagam em até duas direções. Ex: onda provocada pela queda de algum material na água.
Tridimensionais: Se propagam em todas as direções. Ex: ondas sonoras.
Todas as ondas possuem certas características:
- Frequência: Representa o grau de oscilação dos pontos do meio no qual a onda se propaga. A frequência de uma onda é medida em Hz (hertz), que equivale a 1 segundo. Portanto, se a frequência é de 75 Hz, podemos afirmar que a onda oscila 75 vezes por segundo. Outro fator importante é que o valor da freqüência sempre é igual ao valor da fonte.
- Período: É o tempo que a fonte precisa pra gerar uma onda completa. Relacionando a frequência (f) com o período (T).
- Quanto à natureza:
Ondas Mecânicas: Necessita de um meio natural para se propagar. Ex: ondas sonoras.
Ondas Eletromagnéticas: Não precisa de um meio natural para se propagar. Ex: raio-x, ondas de rádio, luz, etc.
- Quanto à direção da vibração:
Ondas Transversais: Vibram perpendicularmente à propagação.
Ondas Longitudinais: Vibram de acordo com a propagação.
- Quanto à direção da propagação:
Unidimensionais: Se propagam em apenas uma direção. Ex: onda de uma corda.
Bidirecionais: Se propagam em até duas direções. Ex: onda provocada pela queda de algum material na água.
Tridimensionais: Se propagam em todas as direções. Ex: ondas sonoras.
Todas as ondas possuem certas características:
- Frequência: Representa o grau de oscilação dos pontos do meio no qual a onda se propaga. A frequência de uma onda é medida em Hz (hertz), que equivale a 1 segundo. Portanto, se a frequência é de 75 Hz, podemos afirmar que a onda oscila 75 vezes por segundo. Outro fator importante é que o valor da freqüência sempre é igual ao valor da fonte.
- Período: É o tempo que a fonte precisa pra gerar uma onda completa. Relacionando a frequência (f) com o período (T).
- Comprimento
da onda: É o tamanho da onda. Esse comprimento pode ser medido
de crista a crista (parte mais alta da onda), do início ao fim ou de vale a
vale (parte mais baixa da onda). A crise da onda é denominada pela letra grega
lambda (λ).
- Velocidade: É a velocidade que a onda leva para se propagar.
- Velocidade: É a velocidade que a onda leva para se propagar.
- Amplitude: É a distância entre a parte mais baixa (vale) e a parte mais alta (crista) da onda, ou seja, a “altura” da onda.
Anexos
Vamos
imaginar uma corda esticada e bem comprida. Se dermos uma sacudida em uma de
suas extremidades, veremos que a onda formada chega até a outra extremidade sem
que nenhum ponto da corda tenha sofrido deslocamento lateral. Se colocarmos uma
fita em um ponto qualquer entre as duas pontas da corda, veremos que, com a
passagem da oscilação, a fita vai fazer um movimento de sobe e desce,
descrevendo então um MHS, sem ser transportada pela perturbação.
Essa
perturbação que se propaga ao longo de uma corda recebe o nome de onda.
Uma
característica fundamental da propagação ondulatória é:
As
ondas transportam energia sem transporte de matéria.
Conclusão
Vanderjunior: Ondulatória é a
parte que estuda o movimento das ondas, ou seja, que estuda como é que
acontece, quando, por exemplo, uma pedra é atirada em um rio e forma-se então a
onda em volta de onde a pedra caiu, formando assim pequenas ondas.
Yuri Alexander: Eu entendi que podemos classificar como onda qualquer
perturbação ou vibração em um meio especifico. E que chamamos de adulatório a
parte da física que estuda as ondas e os movimentos que ela produz em um
determinado meio físico.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
4° Ano C Ensino Fundamental da Escola Municipal Coronel Neca de Paula
Os alunos da Professora Adriana conhecendo o Laboratório de Informática e blog da Tia Lú.
Adorei a visita meninos.
Adorei a visita meninos.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Calculando a Carga Elétrica 3º Ano A e B 05/03 e 11/03
Atividade de Intervenção Pedagógica
Percebendo que os alunos não haviam assimilado como desenvolveriam o calculo de uma carga, propus a eles que confeccionassem uma roleta com vários valores correspondente ao número de elétrons e cada aluno rodasse essa roleta pelo menos três vezes e assim calcular a carga correspondente a cada um. Assim conseguiriam interpretar melhor os futuros presentes e como esperava a atividade deu certo e os alunos desenvolveram com empenho e adoraram como vem proposto no relato dos participantes.
Percebendo que os alunos não haviam assimilado como desenvolveriam o calculo de uma carga, propus a eles que confeccionassem uma roleta com vários valores correspondente ao número de elétrons e cada aluno rodasse essa roleta pelo menos três vezes e assim calcular a carga correspondente a cada um. Assim conseguiriam interpretar melhor os futuros presentes e como esperava a atividade deu certo e os alunos desenvolveram com empenho e adoraram como vem proposto no relato dos participantes.
Confeccionando Eletroscópio 3º Ano A e B 18/02/2013 e 19/02/2013
Como estávamos comentando o assunto sobre eletrização em sala de aula , mais especificamente o eletroscópio, percebi a curiosidade dos alunos sobre o tema, assim resolvemos montar um eletroscópio com cartolina, papel de seda, fita colante, cola e canudos. Os alunos adoraram e após a atividade desenvolveram um pequeno relatório em sala.
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